IMPRESSÕES DOS PARTICIPANTES
Workshop de Arquitetura Chinesa Antiga e Moderna, China
Já estou com saudades do nosso encontro
na China. Ainda não deu pra processar
todas as informações e experiências vividas
com vocês nesses 17 dias na China, mas
tenho certeza que muita coisa mudou na
minha forma de ver e entender o Feng Shui,
o I Ching e a toda a filosofia chinesa.

Simone, Belo Horizonte
Não consigo desligar minha mente da
China. Está tudo muito presente em
mim! Vocês são pessoas maravilhosas
amor e carinho que vocês me deram.

Fátima, São Paulo
Agradeço-lhes [IASB] muitíssimo a grande oportunidade
vivo, vivenciando a experiência "in loco" com professores
da China...

Como me tocou muito as aulas de Feng Shui aí na China,
quero cada vez mais me aprofundar nos ensinamentos...

Quero agradecer-lhes o carinho e atenção e a paciência
que dispensou a cada um de nós e a mim em particular.

Acho que o trabalho de vocês será de muita validade
para a conscientização humana. Parabéns pelo empenho
e incansável dedicação.

Ivana, Belo Horizonte
Foto do grupo durante palestra em Beijing
CRÔNICA ESCRITA PELA PARTICIPANTE LUCIA,
EDITORA DA REVISTA COOP – COOPERATIVA DE CONSUMO
do convívio harmonioso do grupo. Foi
uma experiência inesquecível mesmo.

Solange, Niterói
A opção de escolher o Workshop  foi
funcionar com precisão e de forma a
despertar o nosso interesse foi eficiência
de vocês.

Maria do Carmo, Belo Horizonte
Parabéns pelo sucesso do evento de
Feng Shui e I Ching. Pelo que vi foi uma
coisa realmente formidável.

Devem se orgulhar de poder abrir os
horizontes das pessoas para tantas
"novidades" milenares.

Jim, RJ [marido da Patrícia;
ele não participou da viagem]
MOMENTOS ESPECIAIS
Miriam e Gloria. Afinidade de cores!
Fátima e Marget: laços de amizade.
A fala repentina do Kevin sobre a
importância do intercâmbio de idéias.  
Iolanda apresentando a Brapeq -
Brasileiros em Pequim ao grupo.
Que saudades de comer melancia!
A busca pelo "cafezinho" em Suzhou.
O apoio da intérprete Raquel (à direita).  
A participação da Carmen, uma das
brasileiras pioneiras em Beijing

Lucia Sauerbronn
Aprender chinês não é fácil porque, para piorar, cada vogal tem quatro entonações, o que muda mãe.
Mas, se alguém disser má!, não se espante se ele estiver apontando um cavalo. Ainda bem que, como
em qualquer parte do mundo, muito chinês já fala inglês.

O legal é que, apesar dessa confusão toda, a maioria das palavras se escreve do mesmo jeito. É que o
chinês não tem alfabeto, mas ideogramas, que são desenhos cheios de riscos e tracinhos que juntos
exprimem uma idéia. Isso poderia representar uma grande economia de papel. O problema é que, para
se expressar através da escrita, o chinês pode usar mais de 50 mil caracteres diferentes. Mas quem
conseguir aprender uns 5.000 já pode quebrar o galho...

Antigamente, as famílias eram muito numerosas e não costumavam pôr nome nas crianças, para evitar
que os maus espíritos viessem roubá-las. Eles chamavam de primeiro filho, segundo filho, e assim por
diante. Hoje cada casal só pode ter um filho, por isso eles às vezes têm nomes estranhos como Ímpar.
Os pais torcem por um menino para dar continuidade ao nome da família.

Santos. Só que, assim como os Silva e os Santos, os Li e os Wang representam apenas um oitavo da
Santos. Só que, assim como os Silva e os Santos, os Li e os Wang representam apenas um oitavo da
população chinesa, que é de 1 bilhão e trezentos milhões de pessoas.
população chinesa, que é de 1 bilhão e trezentos milhões de pessoas.


Alimentar toda essa gente não é bolinho. Por isso, tudo o que voa e não é avião, tudo o que anda e
não é carro e tudo o que se move na água e não é barco pode acabar na panela. Eles comem coisas
estranhas como escorpiões fritos e cavalos-marinhos assados, iguarias que acham tão saborosas como
são para nós os rabos, pés e orelhas de porco que fazem parte da nossa feijoada.

A refeição na China é um momento de união. Ninguém come sozinho. As pessoas sentam em torno de
uma mesa giratória e, usando pauzinhos, vão se servindo dos pratos coloridos com legumes e
verduras, carne de vaca, porco, frango, pato. Ao invés de refrigerantes, eles preferem tomar chá, que
ajuda a digestão.

A China existe há quase 6.000 anos. Foi lá que inventaram o macarrão, o sorvete, o papel, a
porcelana, a seda, o guarda-chuva, a bússola, a pólvora, o arado, o carrinho de mão e até os óculos
do sol. Inventaram também o dragão, um bicho que não existe, mas está em toda parte.

Durante 23 séculos, quem mandava na China eram os imperadores. Há 60 anos são os comunistas.
Mas, desde que o líder Deng Xiaoping declarou que “enriquecer é glorioso”, os chineses são mesmo
consumistas.

Por isso, o dragão, que representa o poder do fogo que destrói para permitir o nascimento do novo,
nunca teve tanto trabalho. Prédios velhos estão virando cinzas, dando lugar a praças e jardins floridos,
avenidas largas e edifícios ultramodernos. Em cidades como Pequim (ou Beijing, como eles dizem), o
número de carros (quase 3 milhões e meio) já superou o de bicicletas, e juntos produzem um
congestionamento dos diabos. Eles também trocaram o som dos grilos, que traz sorte, pelo dos
celulares, que não param de tocar. É claro que nem toda a população da China pode comprar tudo
isso. Mas, assim como no Brasil, um país de grandes diferenças sociais, a qualidade média de vida por
lá anda melhorando rapidamente.

Para os chineses, os números exercem grande influência na vida. Ao invés do 13, eles acham o 4
azarado, pois tem o mesmo som do verbo morrer. Até outro dia, os números mais importantes eram o 6
(da calma e da suavidade) e o 9 (da longevidade). Na nova China, o predileto agora é o 8, símbolo de
riqueza e prosperidade.

Os chineses levam os números tão a sério que os Jogos Olímpicos de Pequim vão começar às 8 horas
e 8 minutos do dia 8 do mês 8 de 2008. Vai gostar de prosperidade assim lá na China!
muito bom, sem nenhuma questão a ser colocada para
que fosse melhor do que foi, no que diz respeito a
organização, programação e conteúdo didático.
Pudemos conhecer/entender a origem e os fundamentos
do Feng Shui bem como ter contato com a antiga e a
moderníssima arquitetura Chinesa tanto no aspecto
cultural quanto no de intercâmbio; foi uma experiência
de vida riquíssima onde pudemos experimentar a
Templos e construções históricas visitadas.

Parabéns a todos que participaram da evento.

Raphael/Solange, Niterói
Mais uma vez ratificamos nossa colocação para
vocês de que estão de parabéns pela beleza de
trabalho realizado. Mesmo para os maridos
"caronas" houve um enriquecimento cultural muito
grande (certamente falamos em nome de todos) e
para nós, em especial, um conhecimento da China
que dificilmente obteríamos se aí estivéssemos com
outro grupo que não o coordenado por vocês.

Luiz e Glória, RJ
amanhã hoje foi ontem.

Na China todos os dias nascem milhares de bebês de olhinhos
puxados, o que leva a gente a pensar que os chineses são todos
iguais. Na verdade, eles também acham que nós, ocidentais, somos
todos iguais por causa do nosso nariz grande. E tem mais: 91%
dapertence à etnia Han, e o resto se divide em 55 outras etnias –
que eleschamam de minorias – e têm traços muito diferentes.