BEIJING
Locais percorridos: 4 cidades: Beijing, Suzhou, Zhouzhuang, Shanghai

Palestrantes: 3 em Beijing e 2 em Suzhou

Programação acadêmica: 12 palestras

Idioma: chinês com tradução para o português

Destaque: harmonia, grupalidade e assistencialidade do grupo
O Workshop de Arquitetura Chinesa Antiga e Moderna, evento pioneiro realizado na China, de 30 de
maio a 15 de junho, em parceria com o
IBFS – Instituto Brasileiro de Feng Shui, contou com a
presença de 29 brasileiros.

Os participantes fizeram uma imersão no berço do Feng Shui e do
I Ching, raízes da arquitetura chinesa
que possui uma história de mais de 5 mil anos. Professores chineses especializados no assunto
apresentaram trabalhos em Beijing, centro político do país, e em Suzhou, cidade conhecida pelos seus
jardins, canais e pontes. Visitas técnicas a locais históricos também fizeram parte da programação
acadêmica, assim como museus e centros culturais de renome. O evento teve sua conclusão em
Shanghai, metrópole multicultural, onde a arquitetura européia se mescla com a chinesa.

Foram 17 dias de experiências intensas, no país do dragão vermelho, onde dificilmente o participante é o
mesmo ao retornar ao seu país de origem. Os fatos falam por si!   
Workshop de Arquitetura Chinesa Antiga e Moderna, China
Foto do grupo em Beijing durante visita técnica a Praça da Paz e ao Palácio Imperial. O Prof. Wang
Yu-de (centro, de camisa vermelha) acompanhou a atividade, dando explicações detalhadas.
A programação acadêmica constou de 12 palestras, ministradas por 5 professores chineses, que
abrangeu temas da arquitetura antiga e moderna da China. Acima, palestra no Friendship Hotel, Beijing.
O Prof. Han apresentou palestras sobre as bases
e aspectos culturais das construções antigas em
Beijing.
O Prof. Qiao ministrou palestra sobre as bases
filosóficas do Feng Shui e suas principais escolas. À
esquerda, Maria Teresa Saldanha, diretora do IBFS.
A grandiosa arquitetura moderna chinesa foi
constatada durante visita ao Teatro Nacional
(O Ovo).
Ninho do Passarinho, um dos locais dos Jogos
Olímpicos, construção de renome mundial.
A visita à maquete da cidade antiga de Beijing no
Museu de Arquitetura Antiga mostrou a realidade
de Beijing no início do século 20.
A Exposição do Planejamento da Cidade com
vista  panorâmica do passado e presente da
capital Beijing, e o seu crescimento galopante.
Sendo os princípios cósmicos do I Ching as bases
filosóficas do confucionismo,  o Templo de
Confúcio não poderia estar fora da programação.
A participante Fátima aproveitou a oportunidade
do jantar no restaurante de comida chinesa
imperial e se vestiu à la imperatriz.
Não querendo "perder o barco" da era imperial,
Lucia também relembra o seu passado longínguo
como manda o figurino da corte chinesa.
A visita à Comuna ao Lado da Grande Muralha, uma coleção residencial de arquitetura chinesa e
asiática, situada nas bases da Grande Muralha, mostrou como a arquitetura chinesa está indo "além
Arquitetônica da China" pela revista
Business Week.
SUZHOU
enfatizou a parte cósmica e ética do I Ching e a
entendimento da natureza humana.entendimento
da natureza humana.
Especialista em paisagismo e autora de mais 8 obras,
a Profa. Cao apresentou os detalhes e significados
contidos nas construções antigas Especialista em
paisagismo e autora de mais de dos jardins de
Suzhou, e desestimulou o uso místico do
I Ching.
O Museu de Suzhou, construção polêmica
desenhada pelo conhecido arquiteto
internacional I. M. Pei,  chamou atenção dos
participantes pela mesclagem do estilo antigo e
moderno contidos em sua construção.
Produtos de seda no Museu da Seda estão
disponíveis aos visitantes em busca de
mercadorias de alta qualidade e bom preço.
SHANGHAI
À direita, especialista da Exposição de
Planejamento da Cidade de Shanghai esclarece
aos participantes o  desenvolvimento de
pescadores, e, hoje, uma metrópole multicultural.
Outro destaque cultural foi o Museu de Shanghai.
Além da exposição com mais de 120.000 peças
de artes, o museu oferece ao visitante uma